Quarta-feira, 17 de Março de 2010

A paixão pelo futebol

Apesar dos milhões que as cervejeiras nacionais já gastaram na sua associação ao futebol, marcando presença assinalável na Liga, Selecção Nacional, Benfica, Porto e Sporting, para além da visibilidade mediática inquestionável, falta claramente envolvimento nesta relação.

 

As “guerras” que Sagres e Super Bock travaram na conquista dos principais activos estratégicos do futebol nacional, que inflacionaram o mercado de patrocínio em futebol para valores nunca antes praticados, pouco mais serviram do que para contar as bandeiras que cada uma das marcas conseguia “colocar”.
 
Até hoje, apesar da notoriedade que o patrocínio da Liga dá à Sagres e da projecção emocional da sua presença na Selecção Nacional e nas camisolas do Benfica, idêntica, ainda que em menor escala, à que a Super Bock consegue alcançar no FC Porto e Sporting, estas marcas ainda não conseguiram alavancar verdadeiramente o potencial que têm em mãos.
 
Como inspiração, quem sabe, deixo aqui uma acção que a Heineken realizou no último Real Madrid / AC Milan, que revela bem o que se pode fazer quando se tira partido da paixão pelo futebol.
 
 
publicado por uriel oliveira às 10:54
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
partilhar
Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008

BES prepara saída do futebol

O banco que investiu nos últimos cinco anos mais de 15 milhões de euros no futebol, que conseguiu resultados importantíssimos ao multiplicar o seu retorno várias vezes e sobretudo ao revitalizar a sua marca, propôs aos clubes um corte no orçamento.

A mim parece-me claramente uma má estratégia. Tudo o que conseguiu no futebol nos últimos anos, ao sair, facilmente será capitalizado para outra marca, que se for um banco, lhe vai trazer sérios prejuízos de imagem. Acredito que o Millennium bcp, apesar da crise, e apesar do momento conturbado que vive, esteja a “esfregar as mãos”, e que as recentes aproximações que tem vindo a fazer ao futebol não tenham sido por acaso.
É difícil alavancar hoje em dia um patrocínio no futebol, a concorrência é muita e a multiplicação de suportes e oportunidades aumenta essa dificuldade. O BES tinha conseguido uma estratégia de sucesso no futebol que agora deixa em aberto para ser continuada por quem vier a seguir.
O patrocínio não pode ser visto como um gasto, que se acciona em tempos de “vacas gordas” e se dispensa em tempos de “vacas magras”. Os efeitos de uma decisão desta natureza medem-se na relação da marca com o consumidor e consequentemente nas vendas.
Parece-me certa a decisão dos três principais clubes portugueses, que não deixaram desbaratar o seu principal activo e não cederam às pressões da crise que se anuncia. O futebol é o maior activo de patrocínio em Portugal, pelo que deve ser preservado e fundamentalmente gerido profissionalmente. Acredito que não faltem ofertas para estar presente nas suas camisolas, sem dúvida os melhores suportes de patrocínio do futebol português.
 
 
publicado por uriel oliveira às 11:34
link do post | comentar | favorito
partilhar

.uriel oliveira


. ver perfil

. seguir perfil

. 10 seguidores

.pesquisar

.posts recentes

. A paixão pelo futebol

. BES prepara saída do fute...

.arquivos

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Novembro 2011

. Junho 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

.tags

. todas as tags

.feeds